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Listas de verificações

Aluno Contribuição
Heyttor Revisão da Historias de usuario e inspeção do grupo 3 das respectiva listas
João Revisão da lista de NFR e inspeção do grupo 3 das respectivas listas
samuel Revisão da lista de backlog e inspeção do grupo 3 das respectivas listas

Lista de verificação historias de usuário - etapa 5

A verificação dessa lista foi feita pelo aluno Heyttor augusto, que não reparou nenhum erro na lista de verificação feita pelo grupo, mas sentiu falta de um item que confirmasse que as historias foram validadas pelo usuário, essa sendo sua modificação feita na lista

tabela 5: lista de verificação atuaizada

ID Descrição Autor(es) Referências
1 A história de usuário é escrita na perspectiva do usuário (Quem), descrevendo a funcionalidade desejada (O quê) e o motivo (Porquê/Valor)? [9] Luan Vinícius, João Pedro, Samuel Felipe, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
2 Cada história de usuário entrega valor de negócio perceptível ao cliente/usuário? [9] Luan Vinícius, João Pedro Ver Imagem
3 As histórias focam em "O que" a funcionalidade deve fazer, e não em "Como" ela deve ser implementada? [10] Samuel Felipe, Heyttor Augusto Ver Imagem
4 Cada história é independente e pode ser desenvolvida e estimada separadamente? [9] Luan Vinícius Ver Imagem
5 As histórias são pequenas o suficiente para serem implementadas em um ciclo curto (ex: Sprint) e, se forem muito grandes (Épicos), elas são divididas? [10] João Pedro, Samuel Felipe, Heyttor Augusto Ver Imagem
6 As histórias de usuário são organizadas ou agrupadas e possuem rastreabilidade? [11] Samuel Felipe, Heyttor Augusto, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
7 Cada história de usuário está associada a critérios de aceitação claros, definidos pelo cliente e focados na funcionalidade? [12] Luan Vinícius, Heyttor Augusto, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
8 Há uma preocupação em complementar as histórias de usuário para cobrir Requisitos Não-Funcionais? [13] Miquéias Ezequiel, Nayra Silva Ver Imagem
9 As histórias de usuários e os critérios de aceitação são a principal forma de especificar requisitos no projeto? [14] Luan Vinícius, Rivadalvio Joaquim Ver Imagem
10 As histórias de usuários são priorizadas individualmente (ex: por valor ou risco)? [11] Luan Vinícius Ver Imagem
11 As hisrórias de usuário foram validadas com usuários? [12] Heyttor Augusto

Lista de Verificação - Backlog

Tabela 3: Checklist de Backlog para o grupo 7

ID Descrição Autor(es) Referências
1 Existe um Product Backlog (criado e mantido pelo Product Owner) que contém a lista de todas as funcionalidades e requisitos desejados para o produto? [15] Luan Vinícius, Samuel Felipe, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
2 Os itens do Product Backlog estão priorizados, com os itens de maior valor de negócio para o cliente no topo? [12] Luan Vinícius, João Pedro, Samuel Felipe, Heyttor Augusto Ver Imagem
3 Foi utilizada alguma técnica explícita de priorização (ex: MoSCoW, RICE) para ordenar o backlog? [16] Heyttor Augusto Ver Imagem
4 O backlog é um artefato vivo, sendo permitido adicionar/atualizar itens e sendo refinado e re-priorizado regularmente? [15] Luan Vinícius, João Pedro, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
5 Os itens do Product Backlog são majoritariamente especificados como Histórias de Usuário? [10] Samuel Felipe, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
6 Os itens do backlog (especialmente os mais prioritários) estão suficientemente detalhados, de tamanho adequado e são estimáveis pela equipe? [9] João Pedro, Heyttor Augusto Ver Imagem
7 O Product Backlog é visível e acessível a todos os envolvidos no projeto? [17] João Pedro Ver Imagem
8 O Product Backlog reflete o valor de negócio e serve como a única fonte de trabalho para o planejamento das Sprints (Sprint Backlog)? [18] Luan Vinícius, Samuel Felipe Ver Imagem
9 Os itens do backlog são classificados ou categorizados (ex: funcional, não-funcional, status)? [10] Samuel Felipe Ver Imagem

Lista de Verificação - NFR Framework

Tabela 1: Checklist de NFR Framework para o grupo 7

ID Descrição Autor(es) Referências
1 O modelo representa os Requisitos Não-Funcionais (RNFs) utilizando o NFR Framework conforme proposto por Chung et al. (2000)? [1] Luan Vinícius, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
2 O NFR Framework é utilizado para apoiar a análise e implementação de soluções personalizadas, considerando as características do domínio e do sistema? [1] Luan Vinícius, Samuel Felipe, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
3 A análise considera características específicas do sistema (como Requisitos Funcionais, prioridades, carga de trabalho e alternativas de desenvolvimento) para a modelagem dos RNFs? [2] Samuel Felipe, Nayra Silva, Rivadalvio Joaquim Ver Imagem
4 O NFR Framework utiliza o conceito de softgoal (um objetivo que não possui uma clara definição nem critérios de satisfação precisos) para representar os RNFs? [1] Luan Vinícius, Samuel Felipe, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
5 Os catálogos são utilizados para organizar o conhecimento sobre RNFs específicos, suas interdependências, trade-offs e alternativas de desenvolvimento? [1] Luan Vinícius, Samuel Felipe, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
6 Os softgoals e seus inter-relacionamentos são representados em um Grafo de Interdependência de Softgoals (SIG)? [1] Luan Vinícius, Samuel Felipe, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
7 O SIG registra as decisões de desenvolvimento, justificativas e interdependências entre os softgoals de forma gráfica? [2] Luan Vinícius, Samuel Felipe, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
8 O modelo utiliza os três tipos de softgoals: Softgoals NFR, Softgoals de Operacionalização e Softgoals de Afirmação? [2] Luan Vinícius, João Pedro, Samuel Felipe, Heyttor Augusto, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
9 Os Softgoals NFR representam requisitos não funcionais abstratos? [3] Heyttor Augusto, João Pedro Ver Imagem
10 Os Softgoals de Operacionalização apresentam soluções ou alternativas técnicas para satisfazer os Softgoals NFR? [2] Heyttor Augusto, João Pedro Ver Imagem
11 Os Softgoals de Afirmação são utilizados para justificar decisões, apoiar ou negar o uso de outros softgoals? [2] Heyttor Augusto, João Pedro Ver Imagem
12 As interdependências entre softgoals são representadas através de refinamentos (decomposição) e contribuições? [4] Luan Vinícius, Heyttor Augusto, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
13 As decomposições de softgoals refinam/transformam as softgoals em outras menores? [4] Heyttor Augusto Ver Imagem
14 O modelo especifica os tipos de contribuição (ex: MAKE, BREAK, HELP, HURT, AND, OR, SOME, etc.) para avaliar os impactos entre RNFs? [5] Luan Vinícius, João Pedro, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
15 O Framework possui um procedimento de avaliação qualitativa para determinar o grau de satisfação (status) dos softgoals? [6] Luan Vinícius, Samuel Felipe, Heyttor Augusto, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
16 O modelo aplica rótulos de avaliação (ex: Satisfeito, Negado, Conflitante, Indeterminado) aos softgoals do SIG? [6] Luan Vinícius, João Pedro, Miquéias Ezequiel Ver Imagem
17 A representação gráfica dos softgoals segue o padrão (NFR: nuvem fina, Operacionalização: nuvem grossa, Afirmação: nuvem tracejada)? [2] Heyttor Augusto Ver Imagem
18 A representação gráfica das interdependências segue o padrão (Decomposição: seta sólida, Contribuição: seta sólida com AND ou OR)? [7] Heyttor Augusto Ver Imagem 1 Ver Imagem 2
19 O grafo (SIG) possui uma legenda clara explicando os símbolos utilizados? [8] Heyttor Augusto Ver Imagem

Referências Bibliográficas

1. SILVA, Reinaldo Antônio da. NFR4ES: um Catálogo de Requisitos Não-Funcionais para Sistemas Embarcados. 2019. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019. Cap. 2, p. 30.

2. SILVA, Reinaldo Antônio da. NFR4ES: um Catálogo de Requisitos Não-Funcionais para Sistemas Embarcados. 2019. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019. Cap. 2, p. 31.

3. Serrano milene, Requisitos - aula 17,UNB,Disponível em:https://aprender3.unb.br/pluginfile.php/3210673/mod_resource/content/1/Requisitos%20-%20Aula%20019a.pdf.

4. SILVA, Reinaldo Antônio da. NFR4ES: um Catálogo de Requisitos Não-Funcionais para Sistemas Embarcados. 2019. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019. Cap. 2, p. 32.

5. SILVA, Reinaldo Antônio da. NFR4ES: um Catálogo de Requisitos Não-Funcionais para Sistemas Embarcados. 2019. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019. Cap. 2, p. 34-35.

6. SILVA, Reinaldo Antônio da. NFR4ES: um Catálogo de Requisitos Não-Funcionais para Sistemas Embarcados. 2019. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019. Cap. 2, p. 38.

7. SILVA, Reinaldo Antônio da. NFR4ES: um Catálogo de Requisitos Não-Funcionais para Sistemas Embarcados. 2019. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019. Cap. 2, p. 33.

8. SILVA, Reinaldo Antônio da. NFR4ES: um Catálogo de Requisitos Não-Funcionais para Sistemas Embarcados. 2019. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2019. Cap. 2, p. 36.

9. PRESSMAN, Roger S. Desenvolvimento Ágil. In: ______. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. Cap. 3, p. 88.

10. Milene Serrano e Maurício Serrano, Requisitos - Aula 15.pdf, Requisitos, p. 10-12. Disponível em: https://aprender3.unb.br/pluginfile.php/3210661/mod_resource/content/1/Requisitos%20-%20Aula%2015a.pdf.

11. PRESSMAN, Roger S. Desenvolvimento Ágil. In: ______. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. Cap. 3, p. 89.

12. PRESSMAN, Roger S. Desenvolvimento Ágil. In: ______. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. Cap. 3, p. 90.

13. Milene Serrano e Maurício Serrano, Requisitos - Aula 15.pdf, Requisitos, p. 36. Disponível em: https://aprender3.unb.br/pluginfile.php/3210661/mod_resource/content/1/Requisitos%20-%20Aula%2015a.pdf.

14. PRESSMAN, Roger S. Desenvolvimento Ágil. In: ______. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. Cap. 3, p. 92.

15. PRESSMAN, Roger S. Desenvolvimento Ágil. In: ______. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. Cap. 3, p. 95.

16. Fonte: LuizTools, Product Backlog - Introdução, Youtube, 21/03/2020, Disponível em: https://youtu.be/z4ubaBwjCsU?si=wpgCIvgdgEw-SNh6 Acesso em: 04/10/2025 minutos 6:30

17. PRESSMAN, Roger S. Desenvolvimento Ágil. In: ______. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. Cap. 3, p. 91.

18. PRESSMAN, Roger S. Desenvolvimento Ágil. In: ______. Engenharia de Software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. Cap. 3, p. 96.

Versionamento

Versão Data Autor Descrição Revisor
1.0 12/11/2025 Luan Vinícius Abertura do documento
2.0 11 e 12/11/2025 Heyttor Augusto adição da lista de verificação HU atualizada --
3.0 12/11/2025 Samuel Felipe Lista Backlog
4.0 12/11/2025 joão Pedro Adição NFR Rivadalvio Joaquim